Neutros de Carbono

A linguagem dos envelopes

A linguagem do papel

O papel forma parte da mensagem.

Vergê, couchés, offset, reciclados...

Não diz o mesmo um papel Vergê ou couché que um offset ou um reciclado. Cada papel diz uma coisa e cada mensagem num envelope deve ir no seu papel, porque deve ser impresso, dobrado, colado, trazido e levado...

Características precisas

Os envelopes necessitam papéis apropriados, com características precisas de resistência, mecânica, opacidade, impressibilidade, porosidade e brancura em função do seu uso ou destino. Esta é uma linguagem técnica que se refere à sua composição, às suas propriedades, às suas classes, ao seu peso e tamanho.

Papeis para os envelopes

Os papéis dos envelopes, como quase todos os papéis, são derivados da pasta de celulose vegetal obtida mediante processos mecânicos ou químicos. A maior parte dos envelopes são feitos a partir de papéis, que primam, segundo o seu uso ou destino, critérios de impressibilidade (envelopes publicitários) ou de resistência (sacos e envelopes para pacotes) ou económicos e de imagem (reciclados), etc.

Pesos e medidas dos papéis

O alemão Walter Porstmann propôs uma norma standard para os formatos de papéis que se adoptou na Alemanha em 1922 como formatos DIN (Deutsche industrie norme) e que hoje são medidas standards internacionais (ISO 218). Dentro do sistema métrico partiu de um metro quadrado de papel, de forma que as divisões sucessivas conservassem a mesma proporção entre os lados do rectângulo. Só uma fórmula apresenta essa relação:

Obteve assim o formato de partida AO = 1m² = 841x 1189mm

Papéis apropriados para o fabrico de envelopes.

Ainda sem sairmos da gama de papéis para impressão e confecção de envelopes, os tipos são muito numerosos e com requisitos e características muito diferentes.

Os critérios de classificação são muito variáveis: as denominações, às vezes correspondem só a marcas comerciais. Os fabricantes servem-se de critérios como o aspecto, a composição das fibras, a utilização...

Diferentes aspectos e composição

Pelo seu aspecto, falamos de papel vergê, estampado, alisado, acetinado, couché, brilho, mate, cristal... Pela composição das fibras, mistura de pastas ou procedência das fibras, fala-se de papéis de pasta mecânica, de pasta química crua ou branqueada, de pasta de coníferas ou folhosas...

Exigências de impressão

Pela sua utilização e características de impressibilidade se denominam os papéis: imprensa, offset, cartográfico, escritura, etc

Vários tamanhos

O tamanho serve para identificar um papel. Geralmente o tamanho relaciona-se com os produtos ou formatos destinados às máquinas. Assim, falamos de papel 100 x 140, 70x 100 (tamanho em centímetros), sesgo (papel de formato de losango), bobine etc. A gramagem (gramas por metro quadrado de papel) é um dado decisivo para identificar um papel: 70 g/m2, 80 g/m2, etc.

Mais informao: A linguagem do papel

Mais informao: A linguagem dos envelopes

ndice de: Envelopes, Todo Um Mundo

Envelopes, Todo Um Mundo

Associaes nacionais e internacionais, atravs dos seus organismos, publicaes e congressos, so testemunhas da realidade e da evoluo do mundo do envelope e dos seus fabricantes.

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A linguagem dos envelopes

Os envelopes falam

"Abre-me!" e "Responde!" são duas palavras mágicas que criativos e profissionais de Marketing tentam que digam os seus envelopes de envio ou de resposta.

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